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Love, what I’ve learn about it.

Hello dear reader! How are you doing?

Acepting the suggestion from WordPress for today’s topic(‘cause sometimes, ideas runs off), I want to share with you some thoughts about what I’ve learned, in this journey called life, about LOVE.

Well, I have to divide this answer in two parts because, untill my 30″s I thought love was a overrated word and to be honest, I didn’t believed in love. The fact is I were not, in several levels in my life, experiencing love. But there was a reason for that: I was hurt and I lived many years running away from people and opportunities to experience love and to show love. I was so traumatized that I’d prefer to hide.

According to the merriam-webster, some definitons of love are:

1.A strong affection for another arising out of kinship or personal ties;

2.Attraction based on sexual desire affection and tenderness felt by lovers;

3. Affection based on admiration, benevolence, or common interests;

4. An assurance of affection.

Let me clarify something, before I continue: I don’t believe anymore in this narrative that “love is a feeling” that changes our lives for a while and, eventually, runs off, making us start all over again, trying to reach just a glimpse of what it really means. That is basically what most people says about love, right? That you need to find it, in someone or something, but you need to be aware that it could end at any moment and, it’s up to you to keep looking for it, into the next person or opportunity.

This kind of conception never really worked in my life. I was not only hurt, I was living a selfish life, because I was trying to protect myself from more disappointments. Most of all, I din’t believe I could change. I was living in survival mode and when you’re living like this, you can’t see anything beyond your pain and own necessities, even this misconcepted way of love would not work for me. I felt nothing.

However, when things got really unbeareble in my life, I decided to look inside to try to figure out what was wrong with me, I knew the problem was in, not out. At that moment of deep dispair, I remembered something I’d listen over and over during my childhood and early teenagers days: There was a redemptive kind of love.

I was so at the end of my rope that I decided to give it a shot, so I said: “Ok God, if you are there, somewhere beyond, if you really see me here, please do something, I need your help. I don’t know what to do anymore”. It was a desperate prayer, I didn’t know if it would work, but I remembered God was an “option” and what the people in church used to say about Christ, what he did for me, so I had to try.

Long story short, that prayer really started to change my life. From that day on, God rescued me from that dark place and showed me, continually, what LOVE really means: Love is not a feeling, love is a person. I’ts God chosing to empty himself from all His power and steping down to rescue you and me. Love is what Christ did on that cross, and if you believe it, it changes everything.

That means LOVE is not volatile, it does not runs dry. It is God personified in Christ, the same God who created you and me from dust and blowed inside of us His life and who also offers us a purpose. And the most incredible thing about it is that we didn’t do anything to deserve it. He just chose us.

What I’ve learned about love is: It starts with redemption, through the person of Jesus Christ, and it grows stronger through a relationship that involves trust, resilience, renouncements(you need to realize that you are a new person now, walking a new path) and a deep healing, that leads us to our destiny. You and I were created for love, not this kind of love that are here one day and disapears with our feelings on the other. It is solid-based in truth, is everlasting, forgiving and transformative.

Love makes you want to be different, selfless, free. Love does not seek it’s own interests. Love is patient, love is kind.

Amor, e o que eu aprendi com ele.

Olá caro leitor! Como você está?

Aceitando a sugestão do WordPress para o tema de hoje, eu quero partilhar com vocês algumas reflexões sobre o que aprendi, nessa louca viagem chamada vida, sobre o AMOR.

Bem, na verdade eu tenho que dividir esta resposta em duas partes porque, até os meus 30 anos eu achava que amor era uma palavra superestimada e para ser sincera, eu não acreditava no amor. O fato é que eu não estava, em vários níveis da minha vida, experimentando o amor. Mas havia uma razão para isso: Eu estava machucada e vivi muitos anos fugindo das pessoas e das oportunidades de amar e de experimentar o amor. Fiquei tão traumatizada que preferi me esconder.

De acordo com o Merriam-webster, algumas definições de amor são:

1. Uma forte afeição por outro decorrente de parentesco ou laços pessoais;

2.Atração baseada no desejo sexual : carinho e ternura sentidos pelos amantes;

3. Afeto baseado em admiração, benevolência ou interesses comuns;

4. Uma garantia de afeto.

Deixe-me esclarecer uma coisa, antes de continuar: não acredito mais nessa narrativa de que “amor é um sentimento” que muda nossas vidas por um tempo e, eventualmente desaparece, nos fazendo começar tudo de novo, tentando alcançar apenas um vislumbre do que ele realmente significa. Isso é basicamente o que a maioria das pessoas diz sobre o amor, certo? Que você precisa encontrá-lo, em alguém ou em alguma coisa, mas precisa estar ciente de que isso pode acabar a qualquer momento e, cabe a você continuar procurando, na próxima pessoa ou oportunidade.

Esse tipo de concepção nunca funcionou pra mim. Eu não estava apenas magoada, mas levando uma vida egoísta, eu estava tentando me proteger de mais decepções. Acima de tudo, eu acreditava que eu não poderia mudar. Eu estava vivendo no modo “sobrevivência” e quando você está vivendo assim, você não consegue ver nada além de sua dor e suas próprias necessidades, mesmo essa forma equivocada de amor não funcionava para mim. Eu não sentia nada.

Porém, quando as coisas ficaram realmente insuportáveis em minha vida, resolvi olhar para dentro para tentar descobrir o que havia de errado comigo, eu sabia que o problema estava dentro, não fora. Naquele momento de profundo desespero, lembrei-me de algo que eu ouvia repetidamente durante minha infância e início da adolescência: Havia um tipo de amor redentor.

Eu estava tão no fim da linha que decidi tentar, então eu disse: “Ok Deus, se você está aí, em algum lugar além, se você realmente me vê aqui, por favor, faça alguma coisa, eu preciso da sua ajuda. Não sei mais o que fazer”. Foi uma oração desesperada, não sabia se daria certo, mas lembrei que Deus era uma “opção” e o que as pessoas na igreja falavam sobre Cristo, o que ele fez por mim, então eu tinha que tentar.

Para encurtar a história, aquela oração realmente começou a mudar minha vida. Daquele dia em diante, Deus me resgatou daquele lugar escuro e me mostrou, continuamente, o que realmente significa AMOR: O amor não é um sentimento, o amor é uma pessoa. É Deus escolhendo se esvaziar de todo o Seu poder e se fazendo carne, para resgatar você e eu. Amor é o que Cristo fez naquela cruz, e se você acreditar, isso muda tudo.

Isso significa que o AMOR não é volátil, não seca. É Deus personificado em Cristo, o mesmo Deus que criou você e eu do pó e soprou dentro de nós Sua vida e que também nos oferece um propósito. E o mais incrível disso tudo é que não fizemos nada para merecer. Ele apenas nos escolheu.

O que aprendi sobre o amor é: Ele começa com a redenção, por meio da pessoa de Jesus Cristo, e se fortalece por meio de um relacionamento que envolve confiança, resiliência, renúncias (porque agora você entende que é uma nova pessoa, trilhando um novo caminho) e uma cura profunda, que nos conduz ao nosso destino. Você e eu fomos criados para o amor, não esse tipo de amor que um dia está aqui e no outro desaparece, como os nossos sentimentos. É sólido, firmado na verdade, é eterno, perdoador e transformador.

O amor faz você querer ser diferente, altruísta, livre. O amor não busca seus próprios interesses. O amor é paciente, o amor é gentil.