“It may look like I’m surrounded, but I’m surrounded by You…” **

“War Room”

Eu assisti um filme muito bom esses dias. Ele gira em torno da seguinte história: uma corretora de imóveis casada com um representante farmacêutico, que tem uma filha e cujo casamento anda mal das pernas. Durante sua rotina de trabalho ela conhece uma senhora cristã, que está querendo vender a casa. Durante o questionário sobre o imóvel, a senhora começa a fazer perguntas à corretora, Elizabeth, sobre seu relacionamento com Deus (sendo completamente descarada e inconveniente, desviando-se totalmente de assunto). Essa senhora então descobre que, Elizabeth frequenta a igreja,mas não tem um relacionamento verdadeiro com Deus, que ora muito de vez em quando e que seu relacionamento com o marido não está nada bem. A senhora então, propõe um desafio: ela ensinará Elizabeth a orar pelas coisas que ela não pode por si mesma mudar, entregando tudo a Deus, e ela então oraria e confiaria,ao invés de reclamar.

Considerando que este é um filme cristão, o foco é mostrar o quão importante é para nós, os que cremos,nos  mantermos próximos a Deus e confiar Nele, inclusive nos momentos mais críticos, onde as coisas parecem não ter solução,entregando tudo e confiando plenamente. Então, como era de se esperar, Elizabeth consegue o milagre pelo qual ansiava: seu casamento é salvo e seu relacionamento em família muda completamente, graças ao poder de Deus e à batalha em oração.

Esse filme me tocou muito porque ele me lembrou como a oração realmente é fundamental na vida do cristão. Eu já tive experiências que reforçam o ponto abordado nesse filme: que quando entregamos as situações difíceis para Deus e confiamos nele, ele nos presenteia com o melhor resultado ( embora, às vezes, não seja aquele pelo qual estávamos orando).

Mas oração não é só pedir, é uma conversa bilateral com Deus e requer que nós aprendamos não só a falar, mas também a ouvir a voz Dele. Quanto mais fundo vamos nesse relacionamento, mais tranquilos ficamos ao lidar com qualquer situação em nossa vida,porque passamos a conhecer mais o coração de Deus, e descobrimos o quão bom ele é.

Quando eu ainda não conhecia Deus intimamente, mas só “ de ouvir falar” eu já sabia que Ele era capaz de atender orações ( eu fui educada na fé cristã). Então, aconteceu que,quando eu estava grávida da minha filha, que hoje tem 11 anos, eu fiz um exame de rotina do pré-natal e acabei descobrindo uma alteração neurológica, que poderia causar danos cerebrais e afetariam seu desenvolvimento.

Eu fiquei desesperada, mas eu sabia que, uma das coisas que eu poderia fazer para lidar com uma situação desestabilizadora como essa, era orar.Eu comecei a ir na igreja com a minha mãe toda semana e orava todos os dias para que Deus curasse essa anormalidade no cérebro da minha filha, e permaneci assim, aos Seus pés, implorando até conseguir um milagre. Ele aconteceu e, ao longo dos exames de pré-natal seguintes, a parte neurológica não apresentou mais nenhuma alteração e os exames passaram a ser considerados normais. Minha filha nasceu plenamente saudável e perfeita, mas depois de um tempo eu me afastei de Deus, e parei de orar.

Minha vida seguiu distante de Deus por 10 anos, e eu voltei pros seus caminhos  por uma trilha tortuosa, que nada teve a ver com esse milagre que ele me concedeu na minha gravidez (e que se repetiu na família, uma vez que  eu  também já tinha sido curada, durante a gravidez da minha mãe).

O que eu quero ressaltar aqui é: muitas vezes só procuramos a Deus para receber algo, que para nós parece impossível. E Ele, mesmo sabendo que nosso coração não busca um relacionamento, acaba nos concedendo mesmo assim, como aconteceu comigo.

Porém, quando entendemos que a oração faz parte de um relacionamento, onde nós conversamos com Deus para descobrir mais sobre quem Ele é, então passamos a fazer disso uma conversa prazerosa que envolve amizade e intimidade. Não é só mais um pedido desesperado, de alguém que só esta interessado em receber algo.

Quando aprendemos a confiar, entendemos que, o que importa não é o resultado da oração, mas o processo em si, que nós faz crescer em fé e confiança em um verdadeiro Pai .E então, uma vez que confiamos no seu amor,aprendemos que  qualquer resultado que ele nos conceda reflete o melhor pras nossas vidas, mesmo em meio à lutas e situações que não compreendemos.

A vida do cristão não é um mar de rosas,muito pelo contrário, envolve lutas diárias e muitos momentos de aflição. Mas o que nos diferencia dos outros é que, contamos com um Deus misericordioso, que tem um plano para a humanidade e nos incluiu nele, portanto sabemos que nenhuma luta é vã.

Eu tenho procurado encarar as lutas diárias como um processo inevitável para o amadurecimento espiritual, onde aprendemos a confiar no amor inabalável de Deus por nós.

Quando encaramos o sofrimento como um privilégio de filho, “porque Deus corrige aqueles a quem Ele ama”(Hebreus 12:6), entendemos que todo processo de aprendizagem envolve aflições e,por  ter um propósito (graças s Deus!), uma hora ele termina.

Passemos então, a enxergar a caminhada com Deus de uma outra perspectiva: não somos mais bebês espirituais precisando de leite e cuidados, somos representantes do Reino e co-herdeiros com Cristo, da glória que ainda está por vir!

“E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.” Romanos 8:17

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“War Room”

I watched a really good movie these days. It was about the life of a realtor woman married to a pharmaceutical´s representative; she has a daughter, and her marriage was going from bad to worse.

During her work routine she meets a christian old lady, who wants to sell the house. During the property evaluation, she begin to ask the realtor, Elizabeth, about her relationship with God (being completely blatant and inconvenient, turning away from the matter altogether). This lady then discovers that Elizabeth attends church, but does not have a true relationship with God, she prays only from time to time and that her relationship with her husband is not going well. The old lady propose a challenge, then: she will teach Elizabeth to pray for things that she can not change by herself, laying down everything to God. She would pray and trust, instead of complaining.

Since this is a christian movie, the focus is on showing how important it is to keep close to God and to trust Him, even in the most critical moments, where things seems to have no solution, surrender everything and trusting fully in Him. Then, of course, Elizabeth receives the miracle she longed for: her marriage is saved and her family relationship changes completely, thanks to the power of God and the battle in prayer.

This film touched me a lot because it reminded me how prayer is really important and  fundamental in  christian’s life. I already had experiences that reinforce the point raised in this film: that when we lay down everything  we can not deal with, in God´s hands and trust in him, He provides us the best result (though sometimes it is not the one we were praying for).

But prayer is not only asking, it is a bilateral conversation with God, and requires that we learn not only to speak, but to listen to His voice. The deeper we go in this relationship, the more peaceful we are in dealing with any situation in our life, because we come to know more the heart of God and we find out how good He is.

When I still did not know God intimately but only “my ears had heard of” Him I already knew that He was able to answer prayers (I grew up in the Christian church). So it happened that when I was pregnant with my daughter, who is now 11 years old. I did a routine prenatal examination and ended up discovering a neurological alteration that could cause brain damage that would change her development!

I was very scared, but I knew that, one of the things I could do to deal with a desperate situation like that, was to pray. I started going to church with my mother every week and prayed every day for God to heal this abnormality in my daughter’s brain, and I remained at His feet begging, until she got healed. It really happened and during the next’s prenatal exams the neurological issues did not present any further alterations and the diagnosis  were considered normal. My daughter was born completely healthy and perfect. So, after a while I turned away from God, forgot His gift of healing and I stopped to pray.

My life turned away from the Lord for 10 years, and I went back to his arms by a tortuous path, which had nothing to do with this miracle he concede me in my pregnancy (and which was repeated in the family, cause I  had been healed during my mother’s pregnancy).

What I want to bring up here is: we often seek God only to receive something that seems impossible. And He, even knowing that our heart does not seek a real relationship, provides us the miracle anyway, as He did for me.

But when we understand that prayer is part of a relationship, when we talk to God to find out who He is, then we start to see it as a pleasurable conversation that involves friendship, intimacy and not just a desperate request from someone who is only interested in receiving something.

When we learn to trust, we understand that what matters is not the result of prayer but the process itself, which makes us grow in faith and trust in a real Father. And once we trust in his love, we learn that whatever comes from Him to us reflects the best for our lives, even in the midst of struggles and difficult situations.

 Christian’s life is not a “piece of cake”, is quite the opposite, it involves daily struggles and many moments of distress. But what make us so different from others is that we have a merciful God who has a redemption plan for humanity and has included us in it, so we know that no struggle is in vain.

I have sought to face daily struggles as an inevitable process for spiritual growing, where we learn to trust God’s unswerving love for us. When we deal with suffering as a son’s privilege, “because God corrects those whom He loves” (Hebrews 12: 6), we understand that every learning process involves afflictions and because it has a purpose, soon or later, has to finish.(thanks to God!)

So, let us enjoy the journey with God, looking from another perspective: we are no longer spiritual babies needing milk and care.We are representatives of the Kingdom and joint heirs with Christ, of the glory that is yet to come!

“Now if we are children, then we are heirs—heirs of God and co-heirs with Christ, if indeed we share in his sufferings in order that we may also share in his glory.” Romans 8:17

 

**Title Song : This is how I fight my battles

Publicado por

The found daughter!

Brazilian woman, crazy about good music,nature and books =) I love to write since I remeber! My passion grows stronger as a walk through this crazy adventure with Jesus, my Lord and savior, redeemer and best friend! =)

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